5 dicas para minimizar os impactos do Coronavírus na sua escola

18/05/2020 em Secretaria e Direção



5 dicas para minimizar os impactos do Coronavírus na sua escola

Estamos diante de preocupações como a reposição das aulas, necessidade de computar adequadamente a hora/aula de cada professor de forma organizada, manter as mensalidades em dia e adotar videoconferências para conduzir atividades a distância. Desta forma, como minimizar o impacto do Coronavírus na educação? As escolas estão tendo que encontrar uma forma de se adaptar à nova realidade imposta pela pandemia. Separamos 5 dicas que comprovam que é possível se reinventar.

Segundo um levantamento da Unesco, braço da ONU para educação, ciência e cultura, o fechamento de escolas para tentar conter o avanço da pandemia de coronavírus foi adotado em 188 países e afeta 91% dos estudantes em todo o mundo. Certamente, quase todas essas escolas podem ser beneficiadas pelas dicas a seguir.

Que tal colocar em prática também?

1 – Adote medidas para minimizar a inadimplência

Muitas escolas não se atentam a este ponto ou não sabem como evitar a inadimplência das famílias. Mas existem formas adequadas de se fazer isso.

Uma, imprescindível agora, é flexibilizar as formas de pagamento para as famílias que tiveram a renda reduzida. A inadimplência parcial é, sem dúvida nenhuma, menos prejudicial do que a inadimplência total. 

Para tanto, deve-se criar planos que atendam os principais cenários de restrição econômica, de curto e médio prazo, e propor a renegociação logo nos primeiros dias de inadimplência.

Envie comunicados oficiais para lembrar sobre as datas e, se possível, construa canais de relacionamento para interagir, de forma empática, com cada família de acordo com as suas necessidades.

A hora é de somar forças para identificar, conjuntamente, as melhores alternativas para manter o pleno funcionamento das escolas e todos os alunos bem assistidos durante este período atípico.

2 – Fortaleça o relacionamento com pais e alunos

Muitos pais e alunos estão se sentindo confusos neste momento. Por isso, a escola deve manter constante contato mostrando que está ali para o que for necessário e fortalecendo ainda mais o relacionamento entre as partes envolvidas.

Como? Através de comunicados com atualizações, novidades, notícias e planejamento pedagógico. É preciso acalmar a ansiedade que o momento naturalmente desperta, antecipando medidas que podem evitar o surgimento de surpresas desagradáveis que podem levar a crises institucionais.

A melhor maneira de fazer isso é mantendo um bom sistema de gestão escolar que permita reunir todas as informações estratégicas da escola e dos alunos em um só lugar.

Assim, fica fácil acompanhar as demandas de cada aluno e manter o relacionamento com a comunidade escolar saudável. 

3 – Mantenha os professores engajados

Muito tem se discutido sobre como manter os alunos engajados no próprio processo de aprendizagem, mas pouco se fala sobre os professores. Se eles já eram elos determinantes do processo antes do isolamento social, agora se tornam ainda mais importantes na busca pela motivação e aprendizagem dos alunos.  

Mas, como eles estão com tudo isso? Pesquisa feita em março de 2020 pelo Instituto Península, organização sem fins lucrativos que atua na área de educação e esportes, constatou que 7 em cada 10 professores mudaram muito ou toda a sua rotina com a crise

Do total de 2.400 professores entrevistados em todo o Brasil, 60% estão aproveitando para se aprimorar e fazer cursos, e 74% têm interesse em receber conteúdos, mas pedem que seja com menos frequência. 66% consideram que seu papel é o de espalhar informações seguras e apenas ⅓ disse que a escolha priorizou o suporte à educação a distância dos alunos. 

Ou seja, há que se olhar com muito carinho também para os professores, que estão sendo muito solicitados por pais, alunos e direção. Gestores e coordenadores pedagógicos devem ouvir suas angústias e anseios, buscando acolhê-los em suas necessidades. Uma hora tudo isso vai passar e é preciso que eles estejam firmes para quando a rotina escolar se estabilizar.

4 – Comece o planejamento pós-crise

Após o fim do distanciamento social, será preciso reinventar o modelo educacional que conhecíamos até aqui. A ONG Todos pela Educação acredita que não será possível “retomar de onde paramos”, e que as sequelas da pandemia terão efeitos imediatos, mas também de médio e longo prazo. 

É importante que a escola já comece a preparar um plano de retomada prevendo a volta gradual às aulas, obedecendo critérios para a promoção da saúde física e mental da comunidade escolar.

Também será necessário promover avaliações diagnósticas para avaliar os diferentes níveis de aprendizagem dos alunos e estabelecer programas de recuperação de acordo com as necessidades dos estudantes. 

Um dos legados que a crise vai deixar é a necessidade permanente de diálogo com as famílias, que deve ser cada vez mais fortalecido a partir de agora. 

5 – Utilize ferramentas online de gestão

Desafios complexos como os que estamos vivendo pedem soluções inovadoras. Ter um sistema de gestão escolar está se tornando cada vez mais essencial para atender adequadamente a essas novas demandas.

A escola que utiliza este tipo de tecnologia passa a se orientar para o futuro, expandindo a experiência de aprendizagem a partir de um ensino mais dinâmico, engajado e interativo.

Estas ferramentas devem ser fáceis e intuitivas, fazendo com que tanto professores quanto alunos se sintam amparados durante o uso.

Os benefícios são muitos: mais praticidade para professores, pais e alunos; mais facilidade para enviar trabalhos, testes, textos e lançar notas; economia para a escola em tempos de instabilidade e criação de novas formas eficientes de se comunicar com a comunidade escolar. 


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