5 melhores práticas para trabalhar a inclusão em sala de aula

19/07/2019 em Coordenação escolar



5 melhores práticas para trabalhar a inclusão em sala de aula

O ambiente escolar deve ser cercado de diversidade e respeito. Pensando nisso, os professores precisam procurar, com certa frequência, recursos e metodologias pedagógicas de como trabalhar a inclusão em sala de aula.

Inserir uma pessoa com deficiência nas atividades escolares é muito mais do que preparar exercícios exclusivos. Deve-se incentivar o protagonismo de seu conhecimento e a participação do grupo. A inclusão efetiva acontece quando os estudantes interagem e respeitam-se mutuamente.

Embora garantido por lei, integrar os alunos não é uma tarefa simples. Por isso, os educadores precisam procurar capacitação e conhecer novos recursos e técnicas para incrementar a didática em sala de aula.

Se você procura superar os desafios e propor aulas realmente inclusivas, continue a leitura. Neste post, separamos as 5 melhoras práticas de como trabalhar a inclusão em sala de aula. Confira!

1. Conheça o perfil dos seus alunos

O primeiro passo para oferecer aulas inclusivas é entender que todo ser humano é diferente. Ou seja, todos têm limitações e aptidões a serem trabalhadas ao longo de toda a jornada acadêmica.

Com isso em mente, o educador precisa entender o perfil do estudante com deficiência. Quais são as suas limitações? Quanto tempo, em média, esse aluno precisa para fixar um novo aprendizado? Com quais recursos mais se identifica?

Ao conhecer o perfil do educando, é possível elaborar planos e atividades mais eficientes, sempre pautados pela importância de envolver toda a turma.

2. Tenha intencionalidade

Praticamente, todas as ações são dotadas de intencionalidade. Ao conhecer o perfil do estudante, o professor poderá elaborar atividades que tenham um objetivo claro no processo de desenvolvimento daquele aluno.

Dessa forma, é possível propor atividades e métodos que associem as particularidades do estudante e os objetivos pedagógicos traçados pelo professor.

Por exemplo, elaborar uma rotina é fundamental para pessoas com autismo. Sendo assim, o educador poderá criar painéis criativos com um cronograma de atividades para o aluno em questão.

3. Pense sobre integração

Segundo o dicionário, integração significa incorporar um indivíduo ou grupo externo em uma comunidade. Ou seja, propor uma aula inclusiva é envolver todos os alunos em atividades conjuntas, promovendo o respeito e a tolerância.

Propor exercícios exclusivistas para estudantes com deficiência a ponto de isolá-los dos demais colegas é, de fato, segregação. Tal prática limita a capacidade social de toda a turma, prejudicando a compreensão da diferença.

Além disso, o isolamento afeta física e emocionalmente o desenvolvimento de uma pessoa com deficiência. Por isso, fazê-la parte do grupo é fundamental.

4. Utilize múltiplos recursos

Trabalhar os conteúdos em diferentes mídias e plataformas é fundamental para um processo de aprendizagem completo e profundo. Para uma sala de aula inclusiva, as ferramentas tecnológicas são essenciais.

Alunos com deficiência desenvolvem melhor as suas capacidades quando são expostos a materiais que envolvam seus sentidos.

Dessa forma, sempre que possível, o professor deve usar objetos concretos, capazes de envolver o tato, a visão, o olfato e a audição desses estudantes.

Não se prender a um tipo de recurso é essencial para esses estudantes, portanto, quanto mais variedades, melhor.

5. Crie um ambiente de respeito e cooperação

A palavra-chave para uma sala de aula inclusiva é respeito. Valorizar a diferença é envolver a diversidade em todas as práticas sociais. Por isso, o professor deve ter atenção para a promoção do companheirismo e das boas relações.

Incentive os estudantes a cooperarem uns com os outros, propondo dinâmicas e atividades que mostrem aos alunos que, em comunidade, eles ficam mais fortes e capazes de superar desafios.

Sobretudo, faça-os entenderem que todos temos limitações e devemos respeitá-las.

Existem diferentes maneiras de como trabalhar a inclusão em sala de aula, mas, para que elas sejam efetivas, o educador precisa ser exemplo.

Para isso, é preciso desapegar de visões preconceituosas e entender que a educação é um direito de todos.


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